A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, na Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), que coordena os seis Institutos de pesquisa paulista da área, relata que as mulheres são mais de 50% do corpo de pesquisadores científicos e estão na liderança de três dos seis Institutos.

Entre as profissionais que ocupam o cargo estão engenheiras agrônomas, biólogas, economistas, engenheiras de alimentos e diversas outras formações de desenvolvem pesquisas em agricultura, pecuária, pesca e aquicultura, economia agrícola, sanidade e processamento de alimentos e que contribuem ativa e diretamente para o crescimento do setor do agronegócio no Estado e em todo o Brasil.

Formado por 515 cientistas, corpo técnico de pesquisadores da APTA ocupam dentro da Agência cargos de liderança, tanto na diretoria dos Institutos, mas também na assessoria técnica e direção de centros de pesquisa. No Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), por exemplo, todos os seis centros técnicos são dirigidos por mulheres.

Uma das pesquisadoras do ITAL, Eloísa Garcia, há mais de 35 anos, encara com grande satisfação o desafio de ser a primeira mulher a estar no posto de diretora-geral do Instituto, cargo que ocupa desde 2019. “A presença feminina é muito forte na pesquisa porque há mentes mais abertas, pessoas com visão mais inovadora: as mulheres têm mais facilidade de se desenvolverem e subirem na carreira”, afirma.

Fonte: SAA/SP